Antes de jogar fora, vale medir. Muita coisa que parece falta de site é defeito que se conserta.
O diagnóstico
Muita coisa que parece falta de site é defeito que se conserta. O site existe, o domínio tem histórico, e boa parte do conteúdo dá para aproveitar — o que sai mais barato e não joga fora o que o Google já conhece.
Os quatro suspeitos
Um diagnóstico honesto quase sempre cai em um destes quatro.
01
O site existe mas não aparece em nenhuma busca — quase sempre porque tem uma página só, sem assunto próprio para cada serviço.
02
A pessoa chega e não descobre em dez segundos o que você faz nem onde atende.
03
Botão que disca o número errado, formulário que não envia, WhatsApp apontando para o telefone antigo. É o defeito mais caro e o mais comum.
04
Foto de 4 MB numa página aberta na rua faz a pessoa desistir antes de ver.
Antes e depois
Alguns começaram sem site, outros com um que não trazia nada. Hoje todos estão no ar e aparecendo.
O trabalho
Começa por uma auditoria: o que o site tem, o que aparece no Google hoje, o que está quebrado e o que os concorrentes têm que você não tem. Só depois se decide o que é conserto e o que é reconstrução.
Se a conclusão for que refazer sai mais barato do que consertar, a gente diz isso — mesmo perdendo o serviço menor.
A gente abre o seu site, mede o que aparece no Google e te entrega a lista do que está travando — antes de qualquer decisão.
Não, se a reformulação for feita mantendo os endereços das páginas ou redirecionando os antigos. É justamente o cuidado que evita a queda.
Dá, desde que você tenha os acessos. Se não tiver, o primeiro passo é recuperar.
Costuma custar menos, mas depende do estado. Site muito antigo às vezes sai mais caro de consertar do que de refazer — e aí dizemos isso.
Uma a três semanas na maioria dos casos.
A auditoria responde. Ela é o primeiro passo e mostra o que está valendo e o que não está.
Solicite um orçamento agora mesmo e descubra como podemos te ajudar a ter um Site Profissional